segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A FARSA DA DEMOCRACIA (2)


Nos tempos de hoje é comum vermos as pessoas defendendo a democracia como se fosse um valor moral, como a honestidade, a justiça ou a solidariedade. Etimologicamente, democracia é “governo do povo”. Já explicava Heródoto e aperfeiçoada por Abraham Lincoln: governo do povo, pelo povo, para o povo. Então, já percebemos que a democracia nada mais é do que um possível meio de representação do povo, para o qual suas necessidades devem ser satisfeitas, mas não um fim em si mesmo.

Só que a democracia, que as pessoas hoje defendem, não é o que parece ser. É uma espécie de democracia, a representativa, mas há outras espécies, que serão abordadas neste texto. Temos, portanto, que explicar sobre as três espécies de regime democrático: a direta (semelhante à anarquia e ao comunismo utópico), a semi-indireta (participativa), e a indireta (representativa)

A democracia representativa ou indireta é o nosso atual regime de governo. Funciona através da escolha de determinadas pessoas para governarem em nome das demais, através de uma lista pré-determinada. Analisando esta definição, já podemos nos fazer uma série de questionamentos. Escolhemos que tipos de pessoas, quais são os critérios para estar nesta lista ? É qualquer um que pode se candidatar, ou só quem dispõe de dinheiro suficiente para fazer sua campanha e é popular o suficiente? Todo trabalho exige uma capacitação prévia, é preciso de alguma para ser político ? Desde quando 400 pessoas com dinheiro e sem preparo podem representar a vontade de 180 milhões, de maioria miserável ? Um grupo de 400 ou uma pessoa, perto de uma ordem de grandeza de 180 milhões, não é nada. É muito poder concentrado num único grupo.

O problema é que a democracia representativa tem como pilar o carisma. Não se escolhe um representante por quão competente ele é, mas, sim, por quão simpático. Ora, até uma criança já sabia que o tipo popular de sua turma não necessariamente é o cara mais responsável, capacitado e eficiente. Mas é esse sistema, senhores, que defendemos com unhas e dentes.

Vejam o absurdo: o sujeito é eleito para fazer leis, mas não há NENHUMA EXIGÊNCIA de que ele sequer tenha visto direito alguma vez na vida, que saiba sobre a história brasileira, conheça a nossa geografia, ou entenda sobre a nossa economia. Ele sequer precisa saber interpretar textos ! A partir daí, surge a farra dos assessores, verdadeiros parasitas que infestam a máquina pública e oneram nossos cofres. Observem a contradição, você vota num sujeito pra fazer a lei, mas é outro, normalmente a esposa dele, o filho, amigo, qualquer um que ele goste, competente ou não (não é mais considerado nepotismo colocar parentes em cargos de confiança no executivo) que irá fazer a lei que você terá que obedecer. E todo mundo abaixa a cabeça pra isso.

A democracia representativa nunca representou o povo, na verdade, faltou explicar o que ela representa, os interesses de uma elite. Qual é a forma do povo realmente manifestar sua vontade ? TUDO passa pelo crivo de uma panela, seja a do judiciário ou do legislativo, as verdadeiras ditaduras deste país. O órgão máximo do judiciário é o STF, responsável pelo controle de constitucionalidade. Adivinhem como são escolhidos os 11 ministros ? Livre escolha do presidente. O ministro do STF, pasmem, até o ano passado, SEQUER PRECISA SER ADVOGADO (esta exigência estava em discussão) ! Do legislativo, já falamos, mas cabe outra observação.É possível um deputado se eleger com apenas UM voto ! Graças ao sistema de partidos políticos, algo um pouco complicado para explicar neste post, fica aqui só a observação.

Vamos agora aos supostos mecanismos que o povo possui para exercer sua vontade. Plebiscito é uma consulta prévia ao povo sobre sua vontade referente a um assunto a ser discutido pelo congresso e Referendo é uma consulta póstuma sobre algo que já foi decidido. Porém, não são mais do que consultas, podendo ser ignoradas legalmente se for conveniente ao congresso. Lembrem-se do plebiscito do desarmamento, a população votou em massa contra, mas o estatuto foi aprovado. A iniciativa popular, uma forma de a própria população formular leis, exige nada mais nada menos do que a votação de 1 % do eleitorado de todo o país, com a adesão de ao menos 0,3 % da população de 5 estados diferentes. Isso significa recolher a assinatura de 1,26 milhões de pessoas em todo o Brasil, com, por exemplo, no mínimo 30 mil do RJ, 30 mil de MG, 90 mil de SP, 12 mil de SC e 6 mil do RN. Após este trabalho todo para recolher assinaturas de milhares de pessoas de estados distantes e mais de um milhão de pessoas por todo o país, o projeto pode ser simplesmente rejeitado pela panelinha do congresso sem maiores explicações. Recolher este tanto de assinaturas já é um absurdo, depois seu projeto pode ser rejeitado por maioria simples (maioria dos presentes nas votações esvaziadas do congresso). Pra que dizer que o povo é soberano, se ele não pode fazer nada sem que os “doutores” do congresso permitam ? Isso não é democracia nem aqui, nem na China.

Aprovação de leis, nem se fala. O critério nunca é o interesse do povo, mas, sim, o quão dentro da panela você está. “Eu aprovo seu projeto se você me der apoio no futuro”. Apoio que sabemos que vem de diferentes formas, como propinas, mensalão, troca de favores, etc. Nada disso existiria se o projeto dependesse só do crivo do povo.

A representativa é, portanto, uma ditadura, pior ainda do que a ditadura dos romanos, ou a dos militares. Pois no caso dos romanos, muitas vezes o sujeito era bem preparado para o governo, estudava desde criança, tinha um interesse de conduzir seu povo à glória para ser eternizado na memória. No caso dos militares, também havia a preparação desde os tempos de academia, com valores martelados todos os dias em suas cabeças, como disciplina e hierarquia, companheirismo, etc. Já a representativa é um grupinho elite que se perpetua no poder por causa de seus sobrenomes, sorrisos, piadas e cabelos engomados, legitimados por um texto (constituição) que eles mesmos criaram !

Vejamos agora uma comparação entre os regimes mais recentes que tivemos, a ditadura e a democracia representativa:

ESTADO NOVO: Getúlio, que ficou no poder por 15 anos, mas só conquistou as seguintes realizações no Estado Novo, seu período ditatorial: CLT, justiça do trabalho, código penal e processual, salário mínimo, carteira de  trabalho, férias remuneradas, CSN, Vale do Rio Doce, Hidrelétrica de São  Francisco, IBGE, petróleo nacionalizado. No entanto, houve repressão exagerada, perseguição ideológica, falta de transparência nas ações, arbitrariedades, má repercussão internacional, instabilidade política.

DITADURA MILITAR: Destacam-se as políticas socias, como a criação do 13º salário, FGTS; criação de novos campus universitários, Hidrelétrica  de Itaipu, Ponte Rio-Niterói, crescimento econômico de 14 %  ao ano, bandido na cadeia, PIS, PASEP, INAMPS, Eletrobrás, Embratel, Telebrás,  EMBRAER, Pró-Álcool, CNPQ, CAPES, Polícia federal. Oitava maior economia do mundo, herdado de um país que não era industrializado e não se encontrava nem entre as 40 maiores economias do planeta. Por outro lado, mesmo aos moldes da ditadura de Getúlio, houve tortura e a suposta morte de 424 pessoas.

NOVA REPÚBLICA: O controle da inflação, liberdade para criticar quem quiser, oposição, manifestação livre de idéias (boas ou não), estabilidade política, aceitação internacional, transparência maior (embora ainda bem parcial). Mas, houve a abertura econômica, com a privatização da Vale, EMBRAER, Telebrás, o Apagão, crescimento econômico de 3 % ao ano, surgimento do poder paralelo do crime organizado, mensalão, propinoduto, dólares na cueca, propostas de  abolição do 13º salário  dos trabalhadores, reajuste unilateral do legislativo dos seus salários com a proposta de criação do 14º salário, etc.


O que mais podemos esperar da democracia representativa ? Quantas universidades foram criadas desde 88, há 22 anos ? Quais são os novos direitos trabalhistas ? Houve diminuição do desemprego ? Não se iludam quanto ao combate à fome, dar comida é medida paliativa. O que combate mesmo a miséria é a pessoa ter trabalho para conquistar sua própria dignidade e nada de concreto está sendo feito neste sentido. O que ocorre é exatamente o que diz o ditado popular, “coisa pra inglês ver” (e, agora, francês também). É um sistema de aparências, pois é a boa aparência, e não o conteúdo, o critério para estar no poder.

Pois é, depender de um grupinho desqualificado para fazer alguma coisa já diz tudo. Nosso primeiro presidente sequer foi escolhido, foi um vice, que hoje mostrou bem quem é, o Senhor José Sarney. Os “heróis da luta contra a ditadura” hoje assumiram o poder e TODOS, SEM EXCEÇÃO, tiveram envolvimento em escândalos de corrupção, sejam diretamente, ou indiretamente, por omissão (que também é, na teoria, crime de responsabilidade). Genoíno e o dólar na cueca, Palocci, José Dirceu, Lula, FHC.

Ou seja, até agora, creio que estivemos em sistemas ruins, mas nos encontramos hoje no pior sistema possível, o que explica bastante a decadência de nossa sociedade. Nossa história é uma história de golpes. O império foi derrubado por um golpe da república. A república, por um golpe que elegeu Getúlio. O militarismo, um golpe contra Jango. E a democracia, um golpe da esquerda contra os militares. Portanto, este sistema NUNCA FOI ESCOLHIDO PELA POPULAÇÃO, ou será que alguma vez você foi às urnas para votar se queria a permanência da ditadura ou a democracia representativa ? Votou para referendar os artigos da constituição de 88 ? O que ocorreu foram algumas passeatas, cujo marketing da esquerda intitulou “diretas, já”, para pedir o fim do regime. A adesão foi inferior a 1,5 milhões de pessoas, menos de 1 % da população. Ora, se passeata fosse indicativo de algo, não precisaríamos mais de votação, há passeata pela maconha, pelo aborto, pasmem, até pelo bronzeamento artificial ! Qualquer mudança de regime sem consulta aos diretamente interessados é GOLPE.

No entanto, em 1993, houve um plebiscito para decidir qual a forma e sistema de governo (lembrando que no nosso sistema o resultado do plebiscito pode ser ignorado pelo congresso) e o povo escolheu o presidencialismo. É claro que a maioria foi influenciada pelo fato de só conhecerem o presidencialismo dentre as opções citadas. Se o plebiscito fosse realizado na época do império, segundo historiadores, provavelmente teriam escolhido o império.

Sabemos, portanto, que fazendo as mesmas coisas você consegue os mesmos resultados. Então, pensando em fazer diferente, falemos agora dos sistemas ainda não tentados. Comecemos pela democracia direta, aquela emanada do poder do povo, como gostariam os anarquistas. Uma ausência total de governo ou comando, o que vale é a vontade da população afetada.

Porém, democracia, diferente do que muitos acham, não significa simplesmente a vontade da maioria. Imaginem o seguinte exemplo, moro num prédio de 6 andares. 5 moradores resolvem botar fogo num morador que, obviamente, votou contra. Teriam, então, o direito de queimá-lo vivo ? É claro que não.

Direitos, portanto, só existem após existirem os deveres. Toda escolha pressupõe responsabilidade. Algumas questões dependem de escolhas técnicas, de um grupo que tenha conhecimento prévio sobre determinados assuntos.

Temos, então, o terceiro tipo, a democracia participativa, ou semi-direta. Esta seria um modelo híbrido, aproveitando o que temos hoje, mas erradicando a escolha de políticos por critérios de carisma e colocando critérios objetivos, como técnicos. Políticos seriam funcionários públicos como quaisquer outros, fariam uma prova de conhecimentos gerais, com ênfase em direito, já que vão legislar. Pessoas especialistas em direito e cultura geral, que seriam capazes de ter uma visão global sobre a sociedade e sobre como formular leis. Seriam meros empregados do povo e votariam mais as questões técnicas. Mas o mais importante é que todas as questões de repercussão geral passariam pelo crivo do povo, dando total poder aos plebiscitos e referendos, desde que de acordo com a constituição, que, por sua vez, só valeria se cada artigo fosse legitimado pelo povo.

Tem gente que diz que o povo é ignorante e não sabe escolher o que precisa. Mas a ignorância é um monstro que se realimenta no sistema atual. O povo é ignorante por dois motivos: o fazem ignorante e ele se permite ser ignorante porque é conveniente. Veja que é bastante cômodo para alguém eleger um desconhecido e jogar a culpa nele por seus atos. Fazemos isso o tempo todo até com amigos, namoradas, pais, transferência de responsabilidade muitas vezes é um defeito do ser humano. Só aprendemos a assumir nossos erros quando pagamos diretamente por eles. Transferir o poder para o povo vai fazer com que as pessoas passem a valorizar mais a importância das coisas. Vão sair deste estado coletivo de alienação e passar a participar mais da vida pública, pois não terão outra alternativa.

Não vejo futuro para esta ou qualquer outra sociedade enquanto persistirmos em ditaduras, sejam elas de um só ou de muitos, como é a atual “democracia representativa”.




Fonte: http://www.modernopapo.com.br/?p=1168

terça-feira, 7 de setembro de 2010

CIÊNCIA x RELIGIÃO: O Pensamento de Stephen Hawking

"DEUS NÃO TEM MAIS LUGAR NA CRIAÇÃO DO UNIVERSO"


O cientista britânico Stephen Hawking afirma, em seu novo livro The Great Design (O Grande Projeto), que "Deus não tem mais lugar nas teorias sobre criação do universo, devido a uma série de avanços no campo da física", segundo trechos da obra publicados nesta última quinta-feira (02/09/2010).


Demonstrando uma posição mais dura em relação à religião do que a assumida nas páginas do best-seller internacional "Uma Breve História do Tempo: do Big Bang ao Buraco Negro", de 1988, Hawking diz que o Big Bang foi simplesmente uma consequência da lei da gravidade: "Por haver uma lei como a gravidade, o universo pode e irá criar a ele mesmo do nada. A criação espontânea é a razão pela qual algo existe ao invés de não existir nada, é a razão pela qual o universo existe, pela qual nós existimos", escreve o célebre cientista em "The Grand Design", que será publicado em série no jornal The Times. "Não é necessário que evoquemos Deus para iluminar as coisas e criar o universo", acrescenta.


Hawking se tornou mundialmente famoso com suas pesquisas, livros e documentários sobre Física Teórica, apesar de sofrer desde os 21 anos de idade de uma neurodistrofia aguda, uma doença degenerativa dos músculos que não afetou o cérebro, que o deixou dependente de uma cadeira de rodas e, após contrair uma traqueostomia, de um sintetizador de voz para se comunicar. Em "Uma Breve História do Tempo", Hawking sugeria que a ideia de Deus ou de um ser divino não é necessariamente incompatível com a compreensão científica do universo: "Se nós descobrirmos uma teoria completa, será o triunfo definitivo da razão humana - pois então poderemos conhecer a mente de Deus". 


Em seu mais recente trabalho, no entanto, Hawking cita a descoberta, feita em 1992, de um planeta que orbita uma estrela fora do Sistema Solar, como um marco contra a crença de Isaac Newton de que o universo não poderia ter surgido do caos: "Isso torna as coincidências de nossas condições planetárias - o único sol, a feliz combinação da distância entre o Sol e a Terra e a massa solar - bem menos importantes, e bem menos convincentes, como evidência de que a Terra foi cuidadosamente projetada apenas para agradar aos seres humanos", afirma Hawking.

http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4656234-EI301,00-Stephen+Hawking+Deus+nao+tem+mais+lugar+na+criacao+do+universo.html
02 de setembro de 2010 • 09h40 • atualizado às 11h52

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

"A FARSA DA DEMOCRACIA"



A democracia representativa é uma farsa. Elegemos pessoas para nos representar nas câmaras municipais, assembléias legislativas e no congresso nacional.

Todas as pessoas que se candidatam, independente de qual partido político elas pertençam, mostram à nós cidadãos as suas propostas de mandato. Se pararmos para analisar, todas essas propostas dizem a mesma coisa – lutar pelos direitos das minorias, construir hospitais, escolas, lutar pela implantação da rede de esgoto, criar uma casa da cultura, colocar mais policiais nas ruas, enfim, todas as propostas visam trazer conforto e bem-estar social à todos os cidadãos.

Porém, se todas as propostas dos candidatos são iguais ou parecidas, qual será o nosso critério para votar em um candidato? Acredito ser muitas variáveis como, por exemplo, um candidato tem um postura mais séria que os demais, um se veste melhor que o outro, um diz palavras com mais convicção e clareza, ou, às vezes (acho que improvável), o eleitor conhece o passado do candidato e sente confiança nele.

Entretanto, eu nunca me perguntei e acredito que a maioria das pessoas nunca se perguntou de onde vem todo o dinheiro para realizar uma campanha política? Será que o candidato e o partido político bancam todo o custo de campanha sozinhos? Também acho isso improvável. Todos nós sabemos que existem grupos empresariais que investem dinheiro em campanhas políticas. Como também sabemos que nada é de graça, ainda mais se tratando de dinheiro, esses investimentos visam interesses e, caso esse candidato vença as eleições, ele irá realizar e votar em projetos que beneficiem esses grupos. Porém, nenhum ou quase nenhum projeto será feito para beneficiar a maioria da população, principalmente aqueles que votaram no candidato. Até porque nós que fazemos parte do "povão" não nos organizamos para cobrar os políticos em quem votamos. Somos bastantes desinteressados em política, deixando-os decidirem o destino da nossa cidade, estado e país. Porém, essa passividade e falta de interesse por nossa parte faze com que a maioria dos políticos esteja envolvida com corrupção, esquemas de desmandos e falcatruas que visam benefício próprio e dos seus grupos interessados.

Mesmo que o congresso nacional viva dizendo que a instalação da fidelidade partidária acabe com o vai-e-vem de partidos, os parlamentares não possuem quase nenhuma ideologia política. Assistimos a muito tempo esquerdistas atacando os de direita e vice-versa. Depois, vemos os dois lados apertando as mãos para votarem a favor da nova CPMF, projeto de deputado federal do PT. É mais uma forma de roubo "legal" do Estado contra o cidadão comum. Vemos esquerdistas se filiando em partidos da elite. Vemos corruptos no comando de partidos de esquerda e morando em bairros de luxo de São Paulo.

O mais interessante disso tudo é que assistimos a propaganda do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dizendo que a nossa voz só será ouvida através do voto. A piada é pura e verdadeira! Assim, eles dizem "votem em mim, seu trouxa, e nos veremos daqui a 4 anos".

Agora o debate é o terceiro mandato presidencial. Na Venezuela o congresso autorizou o presidente Hugo Chavez a fazer o que ele bem entender. Isso não passa de uma ditadura. Redes de televisão e rádios de comunicação foram fechadas, os jovens vão para as ruas protestar e o governo venezuelano envia a polícia para repreender as manifestações, e ainda dizem que esses jovens são alienados pelo EUA.

Abramos nossos olhos. Estamos voltando a um processo de ditadura em nosso país e acreditamos que isso é democracia? Democracia é o governo do povo. É o povo decidindo ativamente as leis e o seu destino... É o povo debatendo todos os assuntos e decidindo o futuro do lugar onde vivemos.

Precisamos nos tornar líderes e seres humanos ativos, decidindo o nosso futuro através da nossa luta, e não outorgando o nosso futuro nas mãos de corruptos, espertalhões e aristocratas de barba bem feita, ternos e gravatas importadas.


A Farsa Da Democracia publicado em 03/06/2008 por Marcelo Castilho em http://www.webartigos.com


Marcelo Castilho é bacharel em Sistemas de Informação e cursando MBA em Gestão de Projetos pela Faculdade Comunitária de Campinas (FAC), é professor universitário, já atuou como analista-programador e atualmente trabalha como analista de ERP.

Fonte: http://www.webartigos.com/articles/6594/1/A-Farsa-Da-Democracia/pagina1.html#ixzz0xTYVqnbS

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Conspiração não é Teoria


 “A palavra ‘segredo’ é repugnante em uma sociedade livre e aberta, e opomo-nos estóica e historicamente às sociedades secretas, juramentos e procedimentos secretos. Seremos contrários em qualquer parte do mundo às conspirações monolíticas e impiedosas que em termos obscuros ampliam suas esferas de influência. Em infiltração, em vez de invasão; em subversão, em vez de eleição; em intimidação, em vez de livre escolha; guerrilhas noturnas, ao invés de exércitos de dia. É um sistema que tem aprisionado pessoas e coisas a teias bem construídas, em uma máquina de alta eficiência que combina operações militares, diplomacias, inteligência, economias, ciência e política. As suas tarefas são escondidas, não publicadas. Os seus erros são enterrados, e não divulgados. Os seus dissidentes são silenciados, não orientados. Nenhum gasto é questionado, nenhum rumor é inspecionado, nenhum segredo é revelado. Essa foi a razão pela qual o legislador grego Sólon considerou crime a qualquer cidadão que se acovarde perante uma discussão. Estou a pedir ajuda numa tremenda tarefa a alertar o povo americano, crente que com a sua ajuda as pessoas serão aquilo que nasceram para ser: livres e independentes”

John Fitzgerald Kennedy (1917-1963), discurso presidencial ao povo pouco antes de ser assassinado em Dallas, Texas, em 22 de novembro de 1963.


Para o cidadão ouvinte, apenas mais um discurso de um ilustre orador; para alguns "poucos esclarecidos", uma caixa-preta aberta ao olhos da sociedade. No texto acima, localizam-se palavras-chaves que fundamentam uma série de argumentos da nossa realidade existencial, uma realidade "moldada", na qual a sociedade moderna ilude-se em um feitichismo existencial incondicional sem prescedentes na história. Assim, segredos, tramas, favoritismos políticos, fatos dissimulados, etc., são alguns aspectos relacionados em um conjuntos de teorias que buscam provar uma conspiração de pessoas influentes mundiais, cujo objetivo é, a priori, previsível: poder e dominação dos meios e recursos da Terra, subjugando quem quer que seja.
 
Entretanto, a explicação acima é sintética e, de certo modo, um tanto utópica. Não basta buscar fatos e criar teorias, pois os fatos, em si, não mostram e demonstram confiadamente quase nada. É preciso uma metodologia introspectiva pessoal, de forma que confronte os fatos com as verdades da sociedade, buscando as contradições que não se sustentam. As falsas verdades criadas com o intuito de distorcer a realidade dos fatos torna-nos, cidadãos comuns (que apresentamos QI baixo da média, péssimo hábito de rejeição às leitura e à informação, escolaridade ínfima), alienados da nossa natureza de autoanálise e reflexão crítica das coisas em nossa volta.



Portanto, não é somente por meio de teoria que se exporá o antígeno social da hipocrisia, de forma que, a partir de uma concepção reflexiva individual de que tudo que conhecemos não se sustenta e não se explica em si, as pessoas conceberão que são constantemente manipuladas pelas estruturas de poder e coação instaurados, isto é, a conspiração que paira em nossos corpos e mentes, nossas relações e na nossa forma de viver...

segunda-feira, 26 de julho de 2010

"A Malandragem do Dízimo"


Seria bíblico a Igreja cobrar 10% de seu salário?

Num mundo em CONSTANTE MUDANÇA, tudo se tornou passível de questionamentos e incertezas. "O que era sólido se desmanchou no ar como fumaça". Até as descobertas científicas podem ser vistas por outro ângulo. E as crenças religiosas? Também já são observadas com desconfiança; uma que trataremos é sobre a cobrança do dízimo. Numa época passada, quando o dízimo não era pago pelos fiéis regularmente, os sacerdotes mandavam entoar um hino de louvor, com o objetivo de fazer PRESSÃO PSICOLÓGICA aos fieis, ou seja, se o dizimista não regularizasse suas mensalidades – o seu voto prometido a Deus de pagar o dízimo até o final de sua vida – estariam cometendo infração gravíssima, e, sendo assim, perderiam o "direito" de entrar nas "moradas de Deus". - O QUE A RELIGIÃO NÃO TEM CONSEGUIDO FAZER!


Perante tantas dúvidas persistirem sobre a cobrança do dízimo, surgem perguntas: O dízimo é um mandamento bíblico para o cristão? Devo pagar ou não pagar? Dizem até que o dízimo está na Bíblia; mas, o que representa para os nossos dias? Talvez achem que é um assunto polêmico e difícil de obtermos resposta exata, porém a Bíblia, por advir de inspiração divina, pode nos revelar seguramente como proceder diante deste dilema. (2 Timóteo 3: 16)


Inicialmente, leiamos na  Bíblia, em Deuteronômio 26: 12, que diz:"De três em três anos, junte a décima parte das colheitas daquele ano e dê aos levitas, aos estrangeiros, aos órfãos e às viúvas que moram na cidade, para que tenham toda a comida que precisarem. Depois, na presença de (Jeová) nosso Deus, você dirá: "Entreguei aos levitas, aos estrangeiros, aos órfãos e às viúvas a parte das minhas colheitas que pertencem a ti”. Precisamente, o relato bíblico assegura, que, o dízimo era doado voluntariamente, para alimentar as viúvas, os órfãos, levitas e estrangeiros, e nunca foi em dinheiro, apesar de já existir. Hoje, os valores se invertem a medida que as próprias viúvas, que ganham um mísero salário mínimo, são obrigadas a pagar o dízimo, quando deveriam ser beneficiadas por ele. (Leia, Deuteronômio 14: 24 – 26)


Noutra ocasião, quando se juntava contribuições para os necessitados da Judéia, não fora mencionado nenhuma porcentagem específica - 10% - a ser entregue, como prova do seguinte relato bíblico: "Cada um dê a sua oferta conforme resolveu no seu coração, não com tristeza nem por obrigação...” (2 Coríntios. 9: 7). Já nos dias do antigo Israel, também os dízimos eram ofertados em cereais, frutas e gado. Notem: "Eu, Jeová, o Todo-Poderoso, ordeno que tragam todos os dízimos aos depósitos do Templo para que haja bastante comida na minha casa" (Mal 3:10). Quando os fariseus tentaram se justificar perante Cristo por serem fiéis ao dízimo, veja o que ele disse: “Ai de vós escribas e fariseus hipócritas! Porque dais o dízimo da hortelã, do endro, e do cominho, mas desconsiderastes os assuntos mais importantes da lei...” Mais uma prova cabal de que o dízimo não era ofertado em dinheiro, mas em gêneros alimentícios. Após a morte de Cristo, lei foi ABOLIDA definitivamente, até a que determinava apresentar ofertas e dízimos (materiais específicos). Portanto, no lugar do dízimo, os cristãos são aconselhados a darem uma oferta voluntária, como disse o próprio apóstolo Paulo: "Cada um contribua segundo o que propôs em seu coração.


A maior das ofertas que o cristão pode oferecer a Deus, hoje, é o fruto de lábios que fazem declaração pública do seu nome, ou seja, pregar a Palavra e a chegada dos dias expiatórios. É lógico que essas contribuições financeiras são essenciais para a manutenção dos locais e templos de adoração com suas despesas inerentes, não para sustentar uma classe privilegiada de líderes religiosos, pois o apóstolo Paulo afirmou que os cristãos deviam estar preparados para trabalhar e sustentar a si próprio e não ser um fardo para outros, como ele mesmo fazia (Atos 18: 4, 1Cor. 9:13-15). Ademais, por causa da cobrança desmedida do dízimo, surgem cada vez mais casos em que a Justiça tem determinado que algumas organizações religiosas devolvam ao fiel o dízimo que este pagou, mediante recibo.


Um exemplo que deixa alertas todas as Igrejas que cobram o dízimo é uma sentença judicial contra a Igreja Universal do Reino de Deus. A referida instituição foi condenada a devolver ao fiel Edson Luiz de Mello todos os dízimos e doações feitas por ele. De acordo com o processo movido por sua mãe, Edson, que é portador de enfermidade mental permanente, passou a freqüentar a igreja em 1996 e desde então era induzido a participar de reuniões sempre precedidas e/ou sucedidas de contribuição financeira. Segundo o advogado, que representou o fiel, Walter Soares Oliveira, a quantia total a ser restituída será apurada com base nas provas, mas certamente ultrapassará os R$ 50 mil. Além de devolver as doações, a Igreja Universal ainda terá de indenizar o fiel em R$ 5 mil por danos morais. No processo consta que "promessas extraordinárias" eram feitas pela instituição em troca de doações financeiras e dízimo. Teria sido vendida a Edson Luiz , por exemplo, a "chave do céu". A vítima também recebeu um "Diploma de Dizimista" assinado por Jesus Cristo. Com isso, as colaborações doadas mensalmente chegaram a tomar todo o salário do fiel, que trabalhava como zelador”.


Os antigos já diziam: "Podemos enganar as pessoas por um tempo, pela metade de um tempo, mas não por todo tempo". Então, é chegada a hora de se falar a verdade sobre o dízimo, que não é mais bíblica a sua cobrança. As religiões, em sua esmagadora maioria, não praticam as doutrinas da lei mosaica, como guardar o sábado, sacrificar animais, dentre outros; porém, quanto à cobrança do dízimo - dinheiro - não desistem jamais, mesmo sabendo que é um mandamento da lei. Em Gálatas, 3: 10, diz-se: “Os que estão debaixo das obras da lei estão debaixo da maldição...” Realmente, por mais que se sacrifique a pagar dízimos, não seria justificado diante de Deus, porque, segundo a Bíblia, o justo vive em razão de sua fé.


Os líderes religiosos, hoje, falam sobre dízimos de modo discreto porque sabem que não tem base bíblica a sua cobrança, porém, em compensação, investem noutros tipo de marketings para fazerem negócios das pessoas como afirma uma profecia bíblica. Exemplos: Em certa religião, um cartão de ouro é proporcionado por mil reais para quem desejar se tornar parceiro de Deus, mas também tem o de prata e o de bronze, com preços menores. Outras religiões apelam para o sensacionalismo midiático por afirmar que, se os fiéis não derem suas ofertas alçadas, o programa sairá do ar e muitas almas ficariam penando pelo mundo afora. Com tanto dinheiro arrecadado, é provável que digam em suas camarinhas: “E viva o dinheiro – o nosso céu”.

Concluindo, podemos observar nos textos bíblicos, que não há ORDENANÇA nenhuma para o cristão ser dizimista e, sim, um ofertante voluntário.


Fonte: Texto original de Sebastião Ramos, em 23/02/2009 (funcionáriopúblicofederal@gmail.com)

segunda-feira, 19 de julho de 2010

10 coisas que foram eliminadas ou arruinadas pela internet (e 5 que escaparam)

Para alguns, a internet é, literalmente, "matadora". Dos jornais e páginas amarelas à privacidade e contato pessoal, a rede já foi acusada de assassinar, eviscerar, arruinar e obliterar mais coisas do que qualquer furacão, tsunami ou terremoto já registrados. Algumas acusações são mais verdadeiras que outras, mas a rede com certeza já fez um bom número de vítimas.

A seguir, primeiramente, as dez coisas que foram praticamente extintas por ela, e , em seguida, cinco que ainda sobrevivem:

1. Confiança nas enciclopédias

Há 15 anos, se algo estava na Enciclopédia Britânica era verdade quase incontestável. Agora - graças à Wikipedia - ter "conhecimento enciclopédico" sobre determinado tópico não é tão impressionante quando você leva em conta que há boa chance de que o que você pensa que sabe foi inventado por um moleque de 12 anos. Depois que um estudo elaborado em 2005 pela revista britânica Nature mostrou que a enciclopéida eletrônica Wikipedia e a tradicional Britânica são igualmente imprecisas, a fé nas enciclopédias despencou. A Britânica atacou o estudo, dizendo que sua metodologia tinha "falhas mortais", mas era tarde demais. Assim, também morreu a confiança em estudos sobre as enciclopédias.

2. Discussões na mesa de bar

Antigamente, era possível matar muitas horas, e ainda mais neurônios, tomando cerveja e discutindo sobre uma questão obscura. - Quem foi o melhor jogador, Maradona ou Pelé? - Em uma disputa mano-a-mano, quem ganharia: Robinho ou Garrincha? Agora, sempre que um fato é questionado, alguém puxa um smartphone e faz uma busca no Google®, ou uma consulta ao Wolfram Alpha®, e solta uma análise estatística completa sobre o tema. Qual a graça disso?

3. Aquela paixão do passado

Não importa qual o estado do seu relacionamento atual, sempre era possível escapar por alguns minutos sonhando com as paixões que se foram. Em sua mente, elas continuam tão irresistíveis quanto décadas atrás, quando eram o capitão do time de futebol ou a líder das jogadoras de vôlei. Mas, agora, todo mundo está no Facebook®. E adivinha só? Se as fotos forem atuais, estas pessoas estão tão velhas e gordas quanto você.

Agora a boa notícia: Talvez você não se importe, mas há uma razão para o Facebook® ser apontado como um dos motivos para 20% dos divórcios nos EUA no ano passado (e tenha cuidado com quem você reencontra): pesquisadores britânicos notaram um aumento significativo no número de doenças sexualmente transmissíveis entre a população inglesa graças, em parte, ao aumento no número de encontros arranjados através de redes sociais, segundo eles.

4. Discussões civilizadas

A prática de "discordar respeitosamente" está praticamente morta, graças à internet. Falta de educação e ofensas evoluíram para verdadeiras formas de entretenimento, e sites inteiros são dedicados apenas a documentar as discussões mais acaloradas, conhecidas como "flame wars". E, embora seja possível encontrar alguns fóruns de discussão e comunidades que encorajam as boas maneiras e penalizam quem ofende, estas estão se tornando incrivelmente raras.

- Não concorda? Então vai pros comentários que eu vou te quebrar, palhaço!(sic)

5. Ouvir um disco inteiro

Você se lembra de colocar Dark Side of the Moon no toca-discos ou Graceland no CD Player? Seus filhos não têm nem ideia. Não só a idéia de música entregue em uma mídia física parecerá totalmente ultrapassado, como todo o conceito de "álbum" (sem falar em "álbum conceitual") passará batido por eles. Ao longo da década passada, as vendas de álbums completos nos EUA, mesmo em versões digitais, caíram 55% para chegar a apenas US$ 400 milhões em 2009, de acordo com o Nielsen Soundscan. Durante o mesmo período, as vendas de faixas individuais foram de zero para quase US$ 1.2 bilhão.

O iTunes® da Apple© e as redes de compartilhamento de arquivos destruíram completamente a noção de ouvir mais de uma música de determinado artista de cada vez.

6. Perícia

Antes da internet, se você quisesse ser considerado um perito em determinado assunto precisaria ter experiência e qualificação na área. Agora tudo o que é preciso é de um blog e uma quantidade suficiente de cara-de-pau. Por exemplo, em uma pesquisa recente conduzida pela PR Week, 52% dos blogueiros se consideravam "jornalistas". Talvez porque se considerar um mero "digitador" não é tão impressionante.

7. A reputação da Nigéria

Houve um tempo em que a Nigéria era uma nação soberana na África cujo principal produto de exportação era o petróleo. Agora, seu principal produto parecem ser mensagens de e-mail falsas procurando otários dispostos a ajudar ex-ministros a roubar milhões de dólares. O nome do país ficou tão associado a estas mensagens que elas ficaram conhecidas como "Golpe 419" (419 Scam), por causa da seção do código-penal nigeriano que violam.

Mas nós temos um meio para consertar a reputação nigeriana. Vamos divulgá-lo assim que alguém de lá depositar US$ 35 milhões em uma de nossas contas numeradas na Suíça.

8. Ortografia

Você pode culpar o crescimento das mensages de texto, o Windows Live Messenger® ou mesmo o Twitter® pela morte do bom português (e inglês, e muitos outros idiomas), embora padrões menos rigorosos de qualidade adotados por blogueiros também tenham sua parcela de culpa. Será que o último revisor a sair pode "apagah as lus", ops, "apagar as luzes"?(sic)

9. Celebridades

Nos velhos tempos uma pessoa precisaria ser muito bonita ou talentosa para ser famosa. Agora, graças aos "reality shows", vídeos virais e redes sociais, quão mais gorda e imbecil ela for, melhores as chances de se tornar conhecida; Por exemplo, seus últimos 99 filmes podem ter sido uma droga , mas se você tem mais de 1.6 milhões de seguidores no Twitter®, quem se importa?

10. Sexo

Era algo misterioso e excitante. Para ver dois estranhos em pleno ato era preciso ir a um cinema pornô ou se tornar um voyeur. Agora a pornografia está em toda a parte, e novos vídeos de sexo com "celebridades" aparecem na rede a cada instante. Qualquer um que tenha visto mais do que cinco minutos de "1 Night in Paris" está mais familiarizado com a anatomia da Srta. Paris Hilton do que o ginecologista dela. Assim, sexo é cada vez mais abundante, graças à internet. Mas sabem o que ele não é mais? Sexy.

Agora, as cinco coisas que a internet não matou (ainda):

1. Fé cega

Era de se esperar que a implosão das .com tivesse ensinado alguma coisa às pessoas. Mas estávamos errados. A fé cega nas novas tecnologias se mudou para as mídias sociais, e, ultimamente, anda junto com o iPad®, da Apple©. "Vai mudar sua vida!".

2. A confiança na "sabedoria das multidões"

Só não sabemos ainda o porquê. Qualquer um que já tenha usado sites como o Digg, Reddit ou mesmo Google® sabe que as coisas mais populares na Internet são raramente as melhores. No final das contas, as multidões não são melhores que os indivíduos. São só mais barulhentas.

3. Lojas "de verdade"

As boas e velhas lojas "de verdade" ainda estão conosco, apesar dos esforços da Amazon, Buy.com e similares.

4. Disfarces

A internet permite que as pessoas se reinventem de formas que nunca seriam possíveis no mundo real. Você pode ser um gordo de 40 anos que não consegue mais ver os dedões do próprio pé há uma década, mas seu avatar no Second Life é um garotão sarado. Com pele azul e um rabo.

5. Chuck Norris

Só Chuck Norris é poderoso o suficiente para matar Chuck Norris, e ainda assim ele se replicaria automaticamente. Basta ver sítios desmiolados, como Desciclopedia.com., se quiser.


Fonte: http://pcworld.uol.com.br, Sexta-feira, 16 Abril de 2010.

Sociedade: o sujeito como objeto de análise.

Lançada a pedra fundamental para discussão dos mais variados temas sociais (Filosofia, Política, Teologia, Economia, etc.), sem, contudo, excluir os paradigmas que sustentam e definem a sociedade atual.